segunda-feira, agosto 29, 2005

Dentro de momentos, na RTP1

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Um pinguim a imitar Goebbels.

domingo, agosto 28, 2005

As presidenciais

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Paulo Portas é que deveria ser eleito para Belém. Conseguiria fazer de presidente da república e primeira dama ao mesmo tempo.

quarta-feira, agosto 24, 2005

As aventuras aéreas de Daffy Duck

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Divirtam-se.

Update

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Mais vale tarde do que nunca, a inserção de duas "compagnons de route" da Seita que dirijo, na lista de links deste vosso blog. Fica o reparo e as saudações do Líder às ilustres bloggers.

Ainda o post anterior

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Afinal não me posso queixar tanto. Ontem à noite, antes de desligar o computador, fui ver os números do último sorteio do Euromilhões. Ganhei 09.26?.

terça-feira, agosto 23, 2005

Pergunta retórica

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Porque é que ainda não ganhei o EuroMilhões?

segunda-feira, agosto 22, 2005

Maria Albertina

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Não acham que tanto airplay da melhor canção sobre a pós-modernidade onomástica portuguesa, já chateia?

sexta-feira, agosto 19, 2005

Ainda o concurso para a atribuição do prémio "Most frequent flyer" da TAP

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Ainda não tinha abordado entre vós a questão das presidenciais, Aliás, como vos disse no post de aniversário, a política portuguesa provoca-me tudo menos vontade de comentar e participar, tal é o marasmo de ideias que a circunda.

Hoje abro uma excepção para abordar a questão das presidenciais. E para dizer porque é que não concordo com a escolha do Marinho Bochechas, a bem da vitória da esquerda.
A direita há muito que tem um candidato escolhido, o boliqueimense (ou boliqueimeiro, não sei e não perguntem...) A.A. Cavaco Silva, cujo perifl é conhecido de todos os portugueses, e cujo jogo subliminar do "é candidato, não é candidato" tem-no transformado numa espécie de guloseima desejada pela criançada farta do chocolate espanhol que tem sido os últimos seis anos de exercício legislativo.
Por seu turno, o PS queria empurrar António "lábios amazónicos" Guterres para a corrida a Belém. Contudo o sr. Eng. preferiu um papel mais à sua medida, o de "menos coitadinho entre os coitadinhos", i.e., Alto Comissário da ONU para os refugiados (será que a malta do Cacém e de Miratejo também é abrangida?), furtando-se ao confronto com o mais impagável comedor de bolo-rei da política portuguesa.
E quem veio depois? O PS (não confundir com PCP e BE) começou a pensar em nomes: Ferro, Alegre e lá ao longe, aquele que já devia estar a calçar as pantufas e tomar uns comprimidos azuis para contentar a sua Maria, o mais célebre habitante da Praia do Vau, o sôr Mário Soares.
O Ferro demarcou-se logo, o Alegre declarou-se disponível para ajudar o PS (como sempre o fez), e, para espanto da opinião pública, o Marinho também se adianta! E não é que é ele que fica como candidato?
Pessoalmente, acho que foi uma grande traição que fizeram ao Alegre. E uma péssima manobra política. E porquê? Porque a população, apesar de gostar muito do Soares (retornados não incluídos), já acha que ele devia estar afastado destas lides (mais a mais, ganhando uma excelente reforma) não indo depositar o seu voto num octogenário. Pelo menos parte do eleitorado irá agir assim.
Mas a grande burrada do PS reside no facto de eles não terem pensado nos votos do PCP. Os comunistas representam pelo menos 10% do eleitorado, e poderão vir a ser decisivos. Alegre sempre defendeu uma maior aproximação à esquerda do PS, enquanto Soares foi sempre uma das "bête-noire" dos comunistas portugueses. Pelo outro factor atrás referido, e caso os comunistas não retirem o seu candidato (a minha aposta vai para Francisco Lopes), então o PS vai-se ver em palpos de aranha para ganhar as presidenciais.
Portanto, caríssimos Sócrates, Vitorino e Coelho, atendam este meu pedido, já que eu não quero o Cavaco como presidente. Ponham o Alegre como candidato em vez do Marinho. Ele fica melhor na Praia do Vau do que em Belém.


quarta-feira, agosto 17, 2005

Toma lá!!!

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segunda-feira, agosto 15, 2005

Que piloto de Formula 1 és tu?

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Vão aqui e façam o teste. Vejam o que me calhou:

Antes o Coulthard que o Barrichello!


sexta-feira, agosto 12, 2005

Escrita em Branco #2 - Os bombeiros voluntários

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A sociedade está composta por diversos tipos de grupos e pessoas. Umas boas, outras más, umas mais generosas, outras mais sagorras, de todo o género encontramos no nosso dia-a-dia. Dentro dos bonzinhos, encontramos grupos como as freiras, os hare krishnas, os hélderes, os auxiliares do hospital nascidos na serra e os bombeiros voluntários.

Estes senhores que normalmente trajam barriga e bigode, na sua versão mais pura, são do mais porreiro que há a nível social. Sem ganhar rendimentos, não se importam de arriscar a sua vida em defesa do património que muitos não souberam preservar, como o caso das áreas florestais que não foram limpas pelos seus proprietários. E deve ser giro poder andar a conduzir ambulâncias a todo o speed (OK, vai lá alguém dentro a sofrer, pronto...). Aliás, quase que aposto que já houve bombeiros que ligaram a sirene de propósito para se desenvencilharem mais depressa do trânsito (o Benfica estava prestes a começar a jogar) ou então só para poderem passar por sinais vermelhos sem ninguém dizer nada (gandas malucos).

O bombeiro voluntário, como já foi dito atrás, normalmente tem pança e bigode. Os mais novos não, mas isso é porque a barba ainda está rala e não beberam cerveja suficiente para formar uma grande curva estomacal. Aliás, há uma história relacionada com isto: certo dia, num combate ao fogo na zona de Marmelete, os Bombeiros Voluntários de Portimão e Monchique emitiram um pedido via rádios locais para as populações irem levar leite aos soldados da paz que se encontravam a combater chamas, isto porque o leite é das melhores coisas para limpar o fumo no organismo. Ora, certo insigne filho de Marmelete pegou-se nele e levou uns quantos pacotes de leite na sua carrinha. Ao chegar à cena da acção, onde as coisas já estavam a levar um bom rumo, e mostrando os pacotes de leite, os bombeiros viram-se para ele e dizem: "Leite??? Se inda fosse umas cervejinhas...". Acabaram o dia na tasca mais próxima...

Como se pode depreender, o bombeiro voluntário é um tipo festivo e bonacheirão. Também, na virtude de ter que encarar, de repente, situações extremas, só o bom humor lhe poderá valer, para não cair em desalento e desânimo no desempenho da sua função. O problema é que a necessidade de animação é tanta, que se manifesta nas horas em que nada se passa. E essa necessidade de dar vazão á hiperactividade espampanante deu azo a duas grandes tragédias: o baile dos bombeiros e a fanfarra.

Os bailes dos bombeiros, que felizmente não se realizam actualmente, eram sempre palco para música duvidosa e para bebedeiras. A polícia tinha sempre qualquer coisa para fazer, quando uma briga estalava por entre os acordes mal imitados de clássicos como o "Azar na Praia" ou o "Deixa-me cheirar o teu bacalhau, Maria", quando a Etelvina da mercearia (50 anos de idade) roçou o seu traseiro acidentalmente no Chico Antunes (48), e o seu marido, sr. Jorge "Cacanete" (53), viu nisso uma afronta (o Chico Antunes também tinha uma mercearia...).

No que diz respeito à fanfarra, esta consegue fazer mais barulho que os rádios marados do tuning (ou será chuning?) todos juntos na bomba do Apolo na sexta à noite (já agora, deixo a sugestão para num dos próximos programas se abordar o tuning, as street races, e coisas do géenro). È incrível como é que um conjunto de bombos, pratos e trompas consegue recriar um cortejo africano do século XV de forma anárquica. E ainda por cima, a farda da fanfarra faz lembrar os escuteiros. E os escuteiros não são uma boa coisa...

Para finalizar, um pequeno episódio que retrata a maneira humoristicamente negra com que os bombeiros encaram as situações: Uma vez, estava o meu pai no bar dos bombeiros, quando entra uma dupla de soldados da paz vociferando: - "Prontes pá!!! Já lá fomos ao hospital entregar mais um presunto!...". Intriguado, o meu pai pergunta meio no gozo: -"Então vocês já fazem biscates na distribuição?". "Não", responde um deles, "era um que já ia cadáver"...


quinta-feira, agosto 11, 2005

Lemas de vida

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"Don't take life too seriously; no one gets out alive"

quarta-feira, agosto 10, 2005

The truth about Benny boy

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Mona Lisa smile

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domingo, agosto 07, 2005

Um dos piores carros que já guiei

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E também uma boa oportunidade para aferir o novo sistema de publicação de imagens do Blogger...

Escrita em Branco #1 - Carne vs. Peixe

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Mais do que a favor ou contra a carne e/ou o peixe, este espaço insurge-se contra os vegetais. Pois é meus caros amigos, fala-se tanto na primazia da vaca sobre a sardinha e vice-versa, mas ninguém se lembra das coisas verdes. Sim, porque mais importante que sabermos que um porco é morto pela goela ou que a sardinha tem muitas proteínas, é perguntar-nos porque é que comemos uma coisa tão nojenta como os vegetais. Nojenta, porquê? Porque todo o vegetal cresce na terra. E de que é composta a terra? De matéria inerte, resultado da decomposição de corpos e dejectos. Porque é que será que quando um gajo se espalha e corta na terra, vão logo a correr para ele para desinfectar a ferida. Mas no entanto os vegetais são considerados saudáveis. Junte-se a isso o estado global do clima. Hoje em dia, com as chuvas ácidas e nuvens radioactivas que são provenientes de obscuras centrais nucleares da ex. União Soviética, os vegetais não serão propriamente um foco de assepticidade, pois não? Depois, nas hortas do interior, os cães gostam muito de alçar as pernas nas plantações (normalmente são as leiras de salsa que m mais sofre). Lavem sempre os vegetais, assim só ficam meio nojentos?

Mas não quero fugir ao tema do programa de hoje. Eu sou do tipo de gajo que quer muita carne e pouco peixe. Como nunca me deixei levar pela propaganda das virtudes nutrientes do pescado e sou um preguiçoso de primeira, prefiro a carne. Até porque a carne não tem espinhas, a carne não nos deixa a cheirar mal das mãos, quando grelhada não empesta o ambiente circundante, a sua captura não representa um genocídio perpetrado por redes de nylon, e outros pontos que mais.

Poderão dizer que os animais hoje em dia são criados em condições sub-humanas. Ora, logo isso é um contra senso, já que falando em condições sub-humanas, pressupõe-se que estivéssemos a falar de homens e mulheres, quando na verdade os supostos arautos da verdade querem referir vacas e porcos. E atenção que todos esses animais de criação, há gerações que têm vindo a ser gerados nesse meio, e isso é de conhecimento do grande público. Quem quiser, pode muito bem por optar por carne com selo de garantia rural, isto é, aqueles produtos com certificação de origem, and so on, and so on.

Já as condições de gestação do peixe não estão à nossa vista (a não ser que seja de viveiro). O peixe pode ser pescado onde muito provavelmente navios cargueiros e petroleiros limpam os seus tanques em alto mar, ou um navio marado qualquer deixou cair uma substância radioactiva qualquer?

Depois, é a oferta gastronómica que dá mais vantagem à carne nesta peleja alimentar. A carne pode-se fazer guisada, frita, assada, grelhada, cozida, seca, estufada, fumada, e é receptiva a quase toda a espécie de acompanhamentos e guarnições. Já o peixe pode ser confeccionada de quase todas as maneiras mencionadas para a carne, mas já é mais sensível no que diz respeito a acompanhamentos e afins. 10 pontos para a carne.

Qualquer bebida vai com a carne. Com o peixe temos de escolher minuciosamente o tipo de vinho. 10 pontos para a carne.

Na praça, os talhos são discretos, enquanto que as bancas do peixe parecem ruas da Palestina em dia de manifestação anti-americana. 10 pontos para a carne, porque os peixeiros não estão a gritar de facto contra os EUA.

Eu prefiro carne, mas a minha mãe chateia-me para eu comer peixe, alertando para o "bem" que este faz à saúde. O engraçado é que ela queixa-se muito mais do que eu. 10 pontos para a carne por não nos tornar nuns hipocondríacos?

Conclusão disto tudo: Entre carne e peixe, venha uma dose de febras grelhadas acompanhadas de batatas fritas de pacote, já que foram criadas num ambiente artificial e asséptico (não vamos aqui discutir a qualidade dos óleos da fritura?). Para a sobremesa, pêssegos em calda, já que as casca dos "normais" tem muita história para contar...


sexta-feira, agosto 05, 2005

"Hippies" (II e última parte)

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"Fugidos de casa e das escolas que frequentavam, os "hippies" renegam a sociedade em todos os seus aspectos, forma infalível de evitar todas as obrigações dela decorrentes: os estudos, o trabalho, a higiene e as chamadas "conveniencias". Tornam-se assim, deliberadamente, ignorantes, vádios, sujos e desavergonhados.

Pacifistas e objectores de consciência (para se livrarem do serviço militar), declaram-se inimigos de toda a violência, com excepção da manifestada na música "pop". Dizem-se "filhos das flores", sem que isso implique qualquer carinhosa alusão à mãe ou ao pai, que lhes manda dinheiro, para não terem de os aturar. Quando o dinheiro se gasta, pedem esmola, instituindo assim uma nova classe de mendigos, numa época em que por toda a parte se procura acabar com a mendigagem. Oferecem flores aos mirones que os observam e aos polícias que correm com eles dos parques onde pretendem acampar.
Quase sempre descalços e guedelhudos, vestem-se de maneira extravagante, com andrajos multicores, e despem-se com a maior facilidade, a qualquer pretexto, ou mesmo sem pretexto nenhum. Usam colares, pulseiras, berloques, guizos e outros adereços de alta fantasia. Muitos andam de viola a tiracolo, instrumento simbólico, pois a sua intenção é "violar" em todos os sentidos, como se exprime na divisa: "Make love, not war".
São, em suma, uma espécie de ciganos amadores, falsos ciganos de várias raças, sem eira nem beira, que a sociedade moderna parece levar em gosto, pois não só os tolera como lhes acha muita gracinha, não fazendo nada para os "recuperar".
Na verdade, talvez não valha a pena. Mas deve ir preparando espaço nos cemitérios para os que sucumbirem à droga ou à miséria "procurada", nos hospitais para os menos atingidos, nos asilos para os que conseguirem chegar a velhos, e nas prisões para aqueles que, efectivamente "alienados" pelo L.S.D., a heroína, a mescalina e outros excelentes alucinógenos, seguirem o exemplo dos assassinos de Sharon Tate e outras vítimas, conhecidas ou ignoradas, dos inocentes "hippies".
A.L.R.
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N.R. - Transcrito, com a devida vénia, do Jornal "Época" "


segunda-feira, agosto 01, 2005

Amen!

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Que a Paz esteja comigo...

"Hippies" (I parte)

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Jovens vagabundos dos dois sexos, inicialmente de origem americana, que decidiram "deixar cair" (em inglês, "todrop out") a sociedade burguesa em que foram (mal) criados, para se entregarem livremente a práticas por ela condenadas: amor livre ( a que chamam "fraternal"), absorpção de estupefacientes (a que chamam "viagem"), etc. Esse repúdio ostensivo não inibe muitos deles de continuarem a viver bàsicamente à custa da família, geralmente abastada, que os (mal) criou.

Iniciado nos anos 60 na East Village de Nova Iorque, no bairro Haight-Ashbury de São Francisco e no Du Pont Circle de Washington, o movimento "hippy" espalhou-se sucessivamente por toda a América do Norte, sob a forma de bandos mais ou menos numerosos, alcançando alguns a Europa e outros a Ásia, em cujas doutrinas filosóficas e religiosas se dizem inspirar. Por isso muitos se dirigiram para Katmandu, capital do Nepal, donde acabaram por ser expulsos, por indesejáveis, o que já não sucedeu em países tidos por mais civilizados.

Amanhã (ou quando possível..), sai a segunda e última parte deste maravilhoso texto...

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