domingo, março 26, 2006

Lighten'up

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This charming man - Smiths. Ao menos evita a depressão de pensar em mais uma semana de trabalho. Não há nada como boa música para isso.


CPLPó

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Ontem, in the haze of a druken hour, vim a saber que estas linhas são lidas na Holanda, por uma emigrante que de certeza não está por trás dos sucessos de Graciano Saga ou Chiquita, nem veste uma bata de limpeza com motivos florais. E por isso fiquei contente.

sábado, março 25, 2006

Soporífero

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Eu vou!!!

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Ao concerto destes quatro maravilhosos moços de Boston.

Ontem foi noite de (muito bom) cinema

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Ontem foi noite de compras

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terça-feira, março 21, 2006

"Chegou a primavera! Chegou a primavera!"

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Eis o grito de alerta entre os alérgicos.

E a montanha pariu um rato abichanado

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quinta-feira, março 16, 2006

Va t'enculer Sarkosy!

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Tal como no caso dos desacatos suburbanos ocorridos à volta de Paris há uns meses atrás, também só depois de uns quantos dias de agitação é que me apercebi que por terras de França anda uma grande onda de manifestações estudantis, que já ganham o apoio dos sindicatos. Apesar de muita semelhança, isto não é o mesmo que o Maio de 68, não vale a pena andar com grandes saudosismos. Aliás, se os poderes instituídos da pátria de Prost não vergaram com os tumultos de há meses atrás, dificlmente agora cederiam. Mas que os estudantes e os trabalhadores estão de parabéns, lá isso estão.

E isso remete-me para o nosso paízinho, onde temos as universidades cheias de freaks com muito paleio para o páteo da escola (nota-se que andei no ISCTE, não se nota?...), mas no que respeito a acção, fazem lembrar estes memoráveis activistas...


Febre BVL

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Restaurante "O Escondidinho" lança OPA hostil sobre Casa de Pasto "O Alentejano".

segunda-feira, março 13, 2006

Os acústicos

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Só para deixar uma pequena lembrança: meu povo, por favor, não ides no engodo nos lançamentos de acústicos (ou "Unplugged") de muito artista. Se os denominam de acústico, é sinal de que já foi feito em tom eléctrico e com trabalho de estúdio. Não é que sejam trabalhos menores, antes pelo contrário (vide os "Unplugged" dos Nirvana e de Neil Young), as recreações são interessantes, mas não são o original, já são uma deturpação de um produto.

Tudo isto porque hoje chegou-me às mãos um CD acústico dos franceses Rita Mitsuoko. Cena muito gira, mas que se via necessitar da componente eléctrica, tão cara ao pop/rock (e da qual veio a génese das suas canções). É que se as canções já são fixes neste formato, imagine-se na sua prima forma.


quinta-feira, março 09, 2006

A tomada de posse II

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Maria Cavaco Silva para Leticia Ortiz: "Ai filha, que bela toilétte!!! Onde é que arranjaste isso? É lá daquele do Augustotjj?? Era para me aprimorar, mas o Aníbal não me deixou gastar dinheiro a mais. Olha, mas ainda assim comprei esta bela farpela. Ai esse sapatos!!! Ai que pé de princesa!! Vê se logo que vai á pedicura todos os dias!...

Letícia Ortiz: Que coñasso de mujer.

Maria Cavaco Silva: Tens razão filha. isto se calhar aguentava-se melhor se bebêssemos um bagaço. Havias de provar a aguardente de medronho algarvia!!!


A tomada de posse

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O principe Felipe e Leticia Ortiz acharam por bem não trazer a sua fiha. Se a pequena Leonor visse o Cavaco, poderia ficar com danos piscológicos para o resto da sua vida. E eles, como pais atenciosos, não quiseram arriscar.

F1 em 2006 - Renault

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Os últimos a serem aqui apresentados são aqueles que mais hipóteses têm de chegar em primeiro lugar (na minha modesta opinião). A próxima época avizinha-se como uma continuação do sucesso de 2005 para a Renault F1, o braço do construtor francês na disciplina maior do desporto automóvel.

Pelo menos, o novo R26 tem mostrado ser um carro irrepreensível a nível de fiabilidade, conseguindo mostrar rapidez com regularidade, podendo mesmo ser considerado o conjunto chassis/motor mais bem conseguido da pré-temporada. Mais uma vez, e na melhor tradição da Renault, quer chassis, quer motor não são as grandes referências do plantel (a nível de chassis deverá ser o Mclaren Mp4/21 e de motor o Cosworth V8), mas são deveras competitivos (e quando digo competitivos, também quero dizer fiáveis), não devendo deixar defraudados os seus chaufferes. A própria gestão da equipa ajuda a manter este ambiente, pois por alguma razão não precisaram de ter o maior orçamento para se sagrarem campeões do mundo...

No que toca a pilotos, a equipa anglo-francesa mantém a dupla do ano passado, composta pelo campeão em título Fernando Alonso e Giancarlo Fisichella. E o maior foco de instabilidade para uma boa época da Renault, poderá vir destes dois rapazes. Por um lado, Alonso já fez saber que assinou contrato com a Mclaren para 2007, desvinculando-se para isso do seu manager, que "curiosamente" é também o director desportivo da Renault, o impagável Flavio Briatore (o tal que tem a Naomi Campbell e a Heidi Klum no currículo). A prestação de Montoya em 2004 com a Williams, sabendo de antemão que iria para a Mclaren em 2005, poderá ameaçar um ano mais desinspirado por parte do asturiano, mas alonso, ao contrário de Montoya, tem fibra de campeão... Já Giancarlo Fisichella vê-se na obrigação de tentar limpar a cara, depois de um 2005, onde além de ser algo prejudicado pela gestão da equipa, não foi muito feliz nos momentos em que estava entregue a si próprio (o GP do Japão como exemplo mais gritante). Agora terá de mostrar que realmente mereceu a oportunidade numa equipa de primeira plano e tentar aproveitar o facto de Alonso não estar tão imerso na boa-vontade da equipa, agora que se sabe que vai abandonar a equipa. Já se sabe que Kovalainen está a ser preparado (irá ser o terceiro piloto da equipa) para ocupar o lugar do espanhol. Fisichella este ano terá de correr para não ficar desempregado...

O espectro do desemprego é também algo que paira sobre os restantes trabalhadores da equipa (chiça, parece que estou a falar de uma fábrica do Vale do Ave...). A casa-mãe já fez saber que o esforço desportivo só deverá continuar a ser sustentado se o sucesso for recíproco ao investimento (que para a casa-mãe é entendido como muito). A motivação terá de estar em alta, ou não fosse a faca estar ao pescoço...

Mas a casa-mãe não deverá ficar muito apoquentada com esta nova época. Pelo menos os indícios são bons.

quarta-feira, março 08, 2006

Dúvidas existenciais

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Porque é que "monossilábico" tem tantas sílabas?

F1 em 2006 - Mclaren

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Lá para os lados da Paragon sopram ventos de mudança. Nem que fosse só pelo dito popular ?ano novo, vida nova?, mas há muita coisa a passar-se no seio da Mclaren/Mercedes que poderá afectar a performance da equipa. Para começar o ?pai? e os ?parentes? mais próximos do MP4/21 saíram da equipa. Nikos Tombazis, Peter Prodromou e, sobretudo, Adrian Newey já não fazem parte dos quadros da equipa (o primeiro foi para a Ferrari e os outros dois para a Red Bull), deixando um vazio na estrurura técnica que Mike Coughlan não deverá, sozinho, ser capaz de tapar.

Depois, a dupla de pilotos irá participar no Mundial mais concentrados em eventuais novos empregadores do que na Mclaren, muito por culpa da contratação-relâmpago de Fernando Alonso para 2007. Kimi Raikkonen deverá ser o sucessor de Schumacher na Ferrari, enquanto que Montoya não deverá querer fazer de escudeiro de Alonso, procurando também outros ares (BMW, Toyota, Red Bull?). A equipa de testes perdeu o know-how de Alex Wurz, substituindo-o a esperança inglesa e campeão do DTM?05, Gary Paffett.

Mas não há só instabilidade no futuro. Já na decoração deste ano se pode verificar os espaços a vermelho que irão alocar os dizeres e símbolos do gigante das comunicações móveis Vodafone. Ora se neste aspecto o futuro parece radioso, voltamos ao presente e vemos que as coisas poderão não ser tão sorridentes como em 2005. E mais uma vez o elo mais fraco é o motor Mercedes, cada vez mais sinónimo de fragilidade. E para juntar a isso, temos agora uma perda de potência em relação à concorrência, facto já abertamente assumido por Norbert Haug, o director desportivo da marca de Estugarda. Não obstante tempos-canhão obtidos por Raikkonen na pré-temporada, estes foram conseguidos com o mínimo de gasolina, algo que este ano ainda é mais de utilizar em qualificação.

Ainda assim, a equipa dirigida por Ron Dennis deverá conseguir uma prestação ao nível do ano passado. Ou seja, vai ficar a um passo de ganhar os dois títulos em disputa.


segunda-feira, março 06, 2006

Dramalhão audio

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Só hoje ouvi, finalmente, a célebre "The long and winding road" faixa do Let it be dos Beatles, que o Phil Spector encheu de violinos, à revelia do Paul McCartney. O Spector devia ser flagelado em público. Ele produziu uma telenovela, não uma canção!

F1 em 2006 - Ferrari

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A mais antiga e prestigiada das equipas presentes no Mundial de F1 irá enfrentar uma dura época pela frente. Lá para os lados de Maranello, ninguém esquece a súbita descida de forma verificada o ano passado, depois de 5 épocas de completo domínio sobre os seus adversários.

Medidas foram tomadas, com Rory Byrne a adiar a sua reforma pela enésima vez, supervisionado todo o processo de criação do 248 F1, liderado por Aldo Costa, o seu sucessor. A aquisição de Nikos Tomabazis à Mclaren também já foi pensada para acautelar um futuro próximo em que parte da equipa actual deverá sair. Com ou sem Schumacher, sempre se está a falar de malta que está junta há coisa de dez anos, o que causa sempre estagnação quer neles próprios, quer no funcionamenteo da equipa.

Essa necessidade de mudança também paira de sobremaneira sobre a dupla de pilotos. Michael Schumacher continua a ser a figura principal incontestada da equipa, mas encontra-se no seu último ano de contrato. E a performance do 248 F1 irá ditar a sua continuação ou não na F1. Diz-vos estes escriba que Schumacher abandonará as grelhas de partida assim que bater o record de poles de Ayrton Senna, a última "grande" estatística que lhe falta liderar. E sempre se está falar de uma carreira de 15 épocas e mulher e dois filhos à espera em casa. Schumacher não tem mostrado sinais de abrandamento ao longo dos anos, mas também deverá querer sair, e já agora na mó de cima.

Já o seu companheiro de equipa não sabe se fará parte do futuro, ou será apenas uma engrenagem no destino dos outros. Mais que Schumacher, é Felipe Massa quem tem mesmo que se esmerar na época vindoura, sob pena de deixar um lugar que é tudo menos seguro. O brasileiro está dependente de factores como a continuidade de Schumacher, a muito provável contratação de Raikkonen ou mesmo a vinda de Valentino Rossi (algo pouco crível). A aposta deste vosso escriba é que Todt manterá o "seu" Massa e ficará com Kimi Raikonnen, até porque este, depois de correr ao lado de Juan Pablo Montoya, não deverá temer muito os pilotos latino-americanos como colegas de equipa...

As performances em relação ao ano passado deverão ser algo melhores, tanto mais não seja porque o 248 já mostrou ser rápido e o défice dos pneus Bridgestone em relação aos Michelin foi minorado, graças ao regresso das trocas de pneus em corrida. Ainda assim, o carro apresentou demasiados problemas de juventude que condicionaram o seu normal conhecimento e desenvolvimento por parte da equipa, o que poderá limitar as suas performances iniciais em corrida.

Eu como adepto apaixonado de F1, torço sempre pela Scuderia. Se os outros mostrarem que merecem vencer (à excepção da Mclaren) terão todo o meu apreço e aplauso, mas a Scuderia faz parte da minha trilogia vermelha (adivinhem o resto...). Vá lá Miguel Sapateiro, arranja lá um 8º título para alegrar a malta!!!


domingo, março 05, 2006

Knowing me, knowing you

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Por sugestão da camarada Inês, decidi lançar um interrogatório sobre a minha pessoa. Cliquem para que eu possa ver com quem tenho de ter mais atenção!!!




A day at the pitch

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"Caralho!!"

"Filho da puta"

"Ai agora é falta cabrão???!!!!"

"(dirigindo-se a José Gomes) na fizeste nada no Leiria, e achas que fazes agora??? Tá mas é calado cabrão!!!"

"Ai agora é deles???!!!"

"O árbitro só pa um lado!!"

"Então e o cartão??!! Agora na mostras o cartão, filho da puta????!!!

Definitivamente a harmonia entre as gentes não mora na bancada central de um estádio de futebol.

sábado, março 04, 2006

Prof. Mamadu Rogé

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Tem problemas com o seu namorado/a? Não sabe porque o dinheiro não lhe chega até ao fim do mês? Continua a perguntar-se porque é que o Beto ainda não deixou a sua carapinha voltar à cor normal?

Dirija-se ao Prof. Rogé, só ele mesmo para encontrar solução para tudo e mais alguma coisa.


sexta-feira, março 03, 2006

F1 em 2006 - Honda

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A Honda deverá ser a grande revelação de 2006. Pode ser algo descabido dizer isto, quando a estrutura em causa tenta desde 1999 (enquanto BAR/Supertec), chegar à vitória num GP de F1, com os últimos anos a mostrarem uma ingerência cada vez maior do construtor nipónico na gestão da equipa, culminado com a sua aquisição na época passada. Este ano ver-se-á o regresso em pleno da Honda, depois de ter abandonado a categoria como construtor nos idos de 1968. E a perspectiva é que se supere o palamrés de duas vitórias alcançadas nessa época por Richie Ghinter (México'65) e John Surtees (Itália'68).

A aposta é mais forte do que nunca, e algumas cabeças poderão rolar se o promissor RA106 não conseguir almejar vitórias. O primeiro na linha de fogo é Nick Fry, o director-geral da equipa, que esteve debaixo de fogo cerrado o ano passado, depois da "crise do 2º depósito de gasolina". Contudo, as indicações que o RA106 tem deixado na pré-época têm sido deveras positivas, parecendo ser muito difícil sair de 2006 sem uma ida ao lugar mais alto do pódio.

Para subir a esse lugar, os eleitos são Jenson Button e Rubens Barrichello. O inglês tem tido uma relação algo esquisita com a equipa, sobretudo aquando dos "buttongates", quando em 2004 queria ir para a Williams, e não outra já não, fazendo recordar a máxima do futebol português de que os "contratos são para ser rasgados". A aposta da Honda é forte no piloto de Frome, pois de certeza que não foi ele que pagou os milhões de dólares para se libertar do contrato que tinha com a Williams para 2006... Ele também terá de obter a todo o custo a sua primeira vitória num GP, sob pena da sua carreira entrar na rota descendente aos 27 anos. O seu companheiro de equipa já está nesse nicho para muitos adeptos de F1. Aceitando ser vassalo de Michael Schumacher durante 5 épocas, e mantendo sempre um irritante discurso naïf de que possuía as mesmas condições do alemão, no que tocava a hipóteses de chegar ao título, Rubens Barrichello parte para este capítulo da sua já longa carreira, como se entrasse num caminho de redenção para consigo mesmo e com os fãs. O brasileiro não é mau piloto, antes pelo contrário, sendo até um dos melhores no molhado. Acontece que a vontade de ganhar é algo transparece de forma mais dúbia, tendo em conta os 5 anos atrás mencionados. A sua missão pessoal será a de esbater essa imagem. se o conseguir já será uma vitória pessoal.

Posto isto, podemos ver que os pilotos da equipa estão motivados, mas no sentido mais pessoal e não de equipa. Que Barrichello não tem estofo de campeão já o sabemos, mas Button é uma incógnita com um carro que ganhe GP's.

Engraçado, eis uma equipa em que os pilotos deverão ser uma incógnita maior que o próprio carro, mesmo antes da temporada começar...


quinta-feira, março 02, 2006

Alfredo à beira-mar

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"Do like the soldier, Toto! Go away! This land is cursed. When you're here every day you feel like you're at the center of the universe, it seems like nothing ever changes. Then you go away, one year, two...And when you come back, everything's different. The thread has broken. You don't find those you were looking for, your things no longer exist. Isn't that the case?...You've got to go away a long time, for many, many years, before coming back and finding your people again, the land where you were born...But not now, it's impossible. Now you're blinder than I am."

Alfredo (Philippe Noiret) - Nuovo Cinema Paradiso(1989), de Giuseppe Tornatore


quarta-feira, março 01, 2006

F1 em 2006 - Toyota

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Os novos ricos. Não há apodo que possa cair melhor à escuderia nipónica, do que este. De longe o maior orçamento do paddock desde que entrou na F1 em 2002, a Toyota ainda não alcançou a desejada primeira vitória. O que atendendo aos meios de que dispõe e que continua a expandir, é uma vergonha se assim se pode dizer. Sobretudo depois dos seus rivais da Honda mostrarem ser superiores, sem precisar de tanto show-off financeiro.

O sinal de que dinheiro não é problema lá para os lados de Colónia, é o facto da escuderia liderada por Tsotumu Tomita chegar ao Bahrein já com uma versão B do TF106. A primeira versão do carro serviu sobretudo para aquilatar das virtudes e defeitos da mecânica, com o "B" a ser uma espécie de "upgrade" aerodinâmico. E Mike Gascoyne, o director técnico, já prometeu o "C" por alturas do Mónaco!!! Junte-se a isto a intenção de construir um segundo túnel de vento nas instalações de Colónia de forma a estar pelo menos sempre uma equipa a trabalhar no projecto.

Para ajudar a uma menor competitividade, por razões comerciais a Toyota decidiu mudar este ano para pneus Bridgestone, deixando os mais competitivos Michelin. Para uma equipa que nem com a versão "B" consegue impressionar a concorrência, instalar mais um obstáculo no carro não é grande ideia, pois não?... Talvez tendo um elemento ex-Micehlin nas altas esferas do seu (Toyota) departamento técnico (Pascal Vasselon) possa dar uma ajuda...

Também no campo dos pilotos vamos encontrar uma boa prova de desperdício de dinheiro, na pessoa do irmão mais novo de Michael Schumacher. De facto, Ralf Schumacher, graças a um contrato bem urdido pelo seu antigo manager, Willi Weber, recebe 25 milhões de dólares ao ano, sendo o segundo piloto mais bem pago do plantel da F1, logo a seguir ao seu irmão. O problema é que o alemão é um daqueles pilotos que têm "dias", com a sua garra a ser posta em causa, além de constituir um foco de desestabilização da equipa, quando as coisas não lhe correm pelo melhor. Ou demonstra consistênca este ano, ou arrisca a sair da equipa. E mais ninguém vai ser parvo ao ponto de lhe pagar um salário daqueles. Já o seu colega de equipa é uma figura mais consensual. Ainda assim, Jarno Trulli, também não deixa de ser fruto de vários olhares, pois muitas vezes as suas brilhantes performances na qualificação não conseguem ser "recompensadas" em corrida. Na memória ficam as corridas da 1º metade da época passada, em que Trulli normalmente segurava atrás de si um plantel mais forte que si, desejoso de passar o "tampax Toyota" (bem, já ia um pouco vermelho...). É rapaz para meter Ralf Schumacher a um canto, mas tal como alemão, o factor piscológico é dos seus pontos mais fracos.

Prognóstico? Bem, não sei se estão a ver aquelas estatísticas em que mostram que o dinheiro gasto pelos EUA na sua presença no Iraque ou no Afeganistão daria para matar a fome a uns valentes milhões? Pois, a este ritmo a presença da Toyota na F1 também poderá ser vítima de semelhantes comparações.

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